Diabetes

O tratamento adequado para o paciente portador de diabetes envolve a tríade: orientação alimentar, prática regular e individualizada de exercícios e uso de medicamentos específicos, incluindo a insulina.

Quanto mais informações o paciente obtiver no início do tratamento, maiores são as chances de sucesso no controle glicêmico e menores os riscos de complicações associadas à doença.

Alimentação, exercícios e medicamentos, a tríade que age na prevenção e no tratamento do Diabetes

Apesar da diabetes ser uma doença silenciosa ela apresenta muitos transtornos a saúde, como: dificuldade de cicatrização, infarto, derrame, cegueira, insuficiência renal (levando a diálise), amputações de membros do corpo, etc. Por isso é importante controlar e se prevenir quanto a diabetes para evitar a evolução da doença e diminuir o risco de complicações.

O diagnóstico da diabetes pode ser feito pela dosagem da glicemia de jejum, um simples exame de sangue.

Há 2 tipos principais de Diabetes:

Diabetes do tipo I: acomete as crianças e adolescentes e exige o uso de insulina.

Diabetes do  tipo II: acomete pessoas, geralmente, com mais de 40-50 anos e pode ser controlada sem uso de insulina (mas, dependendo do caso, essa precisa ser utilizada).

1. O quê é?

Portadores de DM tipo 1 se caracterizam pela deficiência absoluta de insulina e, na maioria das vezes, causada por mecanismos autoimunes. Esse hormônio é necessário para captar a glicose do sangue periférico e “entregar” esse carboidrato para ser utilizado no metabolismo celular. Representa aproximadamente em 5 a 10% de todos os casos diagnosticados de diabetes.

Diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é consequência de um conjunto de fatores ambientais associados à suscetibilidade genética de um indivíduo que pode, em algum momento, levar a um desequilíbrio entre a produção e a necessidade de insulina.  Dessa forma, quanto menor a responsividade dos tecidos do corpo à ação da insulina, ou seja, quanto maior a resistência dos tecidos periféricos (principalmente adipócitos e músculo esquelético) à insulina, progressivamente maiores serão os níveis de glicose no sangue.

2. Hipoglicemia: definição e sintomas?

Hipoglicemia corresponde a queda nos níveis de açúcares no sangue abaixo de 70mg/dl. Sua confirmação é feita pelo preenchimento dos critérios da chamada tríade de Whipple: glicemia plasmática abaixo de 70mg/dl, sinais e sintomas compatíveis (tremores, sudorese, palpitação, palidez cutânea, confusão mental) e a melhora do quadro após ingestão de carboidratos com normalização da glicemia.

3. Relação com obesidade?

Pessoas sedentárias, com com hábitos alimentares inadequados possuem mais chance de se tornarem obeso e este é, sem dúvida, um dos principais fatores responsáveis pelo desenvolvimento de Diabetes tipo 2, sobretudo quando há uma maior distribuição de gordura abdominal.

4. Tratamento?

O bom controle da glicemia é o principal recurso do paciente diabético para evitar possíveis complicações do diabetes. Isso poderá ser feito com o uso de medicações específicas, alem de uma dieta adequada e fracionada com baixa ingesta de gorduras saturadas e uma quantidade reduzida de carboidratos de alto índice glicêmico. Do mesmo modo, a atividade física regular e individualizada tem papel fundamental na melhora dos níveis de acúcar no sangue, refletindo tanto para uma melhor qualidade de vida, quanto para minimizar o surgimento ou progressão dos efeitos adversos da doença, como infarto agudo do miocárdico, acidente vascular encefálico, complicações renais, perda gradativa da visão, dificuldade de cicatrização de lesões, disfunção erétil, dentre outras.

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